Existem fases que garantem as pessoas um pouco mais de “estranheza” se assim posso dizer.
Existem pessoas que nos fazem sentir um frio na barriga inesquecível, na maioria das vezes somem com uma parte de nós e quando reaparecem temos a sensação que aquele pedacinho que era nosso está ali. Diante de nossos olhos. E que aquele pedacinho faz falta.
Temos total certeza que essa pessoa vai sumir de novo com mais um pedacinho nosso, mas é irresistível não tentar de novo. Não sofrer de novo. Não fazer doer de novo. Arriscar-se ainda é a melhor saída para não correr o risco que essa pessoa nunca mais apareça e o nosso pedacinho se perca.
Mas arriscar-se quando se está só é uma coisa, quando alguém ainda te ama é outra. Arriscar-se é viver de novo como se nunca tivesse vivido. É simplesmente reconhecer que existe um pedacinho do outro que quando foi embora ficou dentro de nós.
É saber que muitas pessoas vão embora com vários pedacinhos e que eles fazem um falta danada. É saber que quando elas retornam as coisas mudam, as borboletas passeiam pelo estômago e não contemos o sorriso.
Pessoas que levam nossos pedacinhos são misteriosas. Nunca sabemos se elas voltarão para devolver aquilo que de uma maneira ou de outra “roubaram”.
“Espero que o tempo voe e que você retorne para que eu possa te abraçar e te beijar de novo (…)” N - Nando Reis
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